

Indiazinha
Indiazinha Brincava
Brincava no leito do rio
Brinca, brinca
Nada, nada
E indiazinha sumiu
Silêncio reinou na mata
Silêncio na beirada do rio
De repente!
Bolinhas borbulhantes surgiram
Pequenas, médias e grandes
E das bolinhas saltitantes indiazinha surgiu!
Rindo, gargalhando, nadando
Tanta festa fez indiazinha
Que os bichinhos da floresta vieram espiar
O bugio barulhento e folgazão de longe se anunciava
A preguiça veio vindo,vindo e finalmente chegou
As Araras tão belas, todas enfeitadas, azul, verde, vermelho e amarela
Onça pintada rugindo, olhava, olhava e num galho próximo do rio bocejou e ali ficou
Pirarucu que não é bobo nem nada há muito já esperava
Boto Rosa feliz, veio nadando, se achegando e dengoso como ele só,
Pós a pontinha do nariz pra fora, fazendo festinha e rindo da pequena indiazinha
Ali naquele lugar mágico
Aonde a vida brota
Aonde tudo começa e se renova
A natureza esta em festa
A harmonia é uma imensa alegria
Agradeço Indiazinha pela festança desse dia
No teu sorriso eu senti a vida
Inocência que muito julguei perdida
Que Deus tenha piedade de nos e permite
Que nas lindas e restantes matas brasileiras
Sempre possa se ouvir
A gargalhada de esperança
A tão sonhada liberdade
Das indiazinhas das florestas de todo esse imenso Brasil!
Estava eu assistindo a um documentário, quando vi uma linda indizinha brincando na beira do rio na Amazônia, ela estava tão feliz, tão criança, tão livre, tinha peixeis perto dela, tinha aves, eu não resisti e do coração vieiram essas palavras.
:: Postado por
LuTeles
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19h19
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Sou eu
Sou eu que estou a poetar
Sou eu
Que estou a procurar
Sou eu
Que nestes versos quero me encontrar
Sou eu
Que sonho o amor encontrar
Sou eu
Que nas noites beijo minhas mãos e abraço meu próprio corpo
Sou eu
Que sonho que as gorduras que hora me encobrem
São apenas sonhos e que a formosura reina e inebria meu ser
Sou eu
Que sinto o gosto do beijo, sem ter beijado e teus lábios ter tocado.
Sou eu
Que gozo em teus braços, sem ter te abraçado, e a força do teu sexo ter provado.
Sou eu
Que vivo a imaginar e por noites a fio uma vida de fábulas inventar
Sou eu
Que vivo de sonhos, vivo a esperança e a desesperança de meu ser enganar.
Sou eu
Que procuro, procuro e nada encontro.
Sou eu
Que desesperadamente preciso de amor
Fraco é o suspiro que de meu peito brota
Sinto murchar as flores de minha alma
Aflito é meu pranto
Imenso é meu pesar
Estou definhando de amor, sem amor poder dar
Esta sou eu, sou eu que de tanto perder,
Estou deixando a minha vida morrer!
Ps Sonhos serão sempre sonhos, por mais que a realidade tente destruir com eles.....para Cipe!
:: Postado por
LuTeles
às
18h39
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Acróstico para André
Amigo que conheci por estes bits da vida N’alma carrega coragem e sonhos De seu coração fez um lugar muito especial Reportando a todos suas palavras,sua jornada,seus desejos e seu amor E assim verdadeiras palavras vão surgindo,do fundo deste vasto Quintal
André é um amigo muito querido, ele estava de aniversário e eu não pude visitar seu cantinho para deixar um recado, então eu quis lhe dar de presente este acróstico. Não tenho pretensões em meus humildes versos, além de demosntrar o quanto pode ser bela uma amizade, quando não existem barreiras nossos corações.Quintal do André http://quintaldecasa.zip.net/
:: Postado por
poetisa
às
19h44
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